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	<title>Conexa Eventos</title>
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		<title>Terceira Bienal do Livro começa nesta sexta-feira em Belo Horizonte</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 17:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A terceira Bienal do Livro começa nesta sexta-feira (18), às 12h, no Expominas, no bairro Gameleira, na Região Oeste de Belo Horizonte. Segundo a coordenadora da bienal, Paula Jovine, a expectativa é receber 250 mil visitantes nos dez dias de &#8230; <a href="http://www.institutoconexa.com.br/novo/index.php/noticias/terceira-bienal-do-livro-comeca-nesta-sexta-feira-em-belo-horizonte">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A terceira Bienal do Livro começa nesta sexta-feira (18), às 12h, no Expominas, no bairro Gameleira, na Região Oeste de Belo Horizonte. Segundo a coordenadora da bienal, Paula Jovine, a expectativa é receber 250 mil visitantes nos dez dias de evento.</p>
<p>Nesta sexta-feira o evento contará com a visita de Mirian Leitão e Carlos Alberto Sardenberg, no &#8220;Café Literário&#8221;; Murilo Rosa, no &#8220;Livro Encenado&#8221;; e Paulo César Vasconcelos, na &#8220;Goleada Literária&#8221;. De acordo com a coordenadora, a bienal deste ano tem oito espaços culturais. Dentre as novidades está “O livro encenado”, “Território jovem”, “Praça Drummond de poesia”, “Bienal em quadrinhos” e “Mundo dos livros”.</p>
<p>Durante a semana, o evento abre das 9h às 22h e, nos fins de semana, das 10h às 22h. Os ingressos custam R$ 8 a inteira e R$ 4 a meia-entrada. Mais informações no site da Bienal do Livro.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Portal G1</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
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		<title>Músicas para &#8216;decoreba&#8217; perdem força na sala de aula</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 16:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha vó, traga meu jantar: sopa, uva e nozes. O pedido pode soar estranho, ainda mais quando entonado em uma sala de aula. Essa, na verdade, é uma mnemônica, frase que se baseia em fórmulas simples para auxiliar na memorização &#8230; <a href="http://www.institutoconexa.com.br/novo/index.php/noticias/musicas-para-decoreba-perdem-forca-na-sala-de-aula">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Minha vó, traga meu jantar: sopa, uva e nozes. O pedido pode soar estranho, ainda mais quando entonado em uma sala de aula. Essa, na verdade, é uma mnemônica, frase que se baseia em fórmulas simples para auxiliar na memorização de construções maiores &#8211; como, no caso acima, do nome dos oito planetas do sistema solar: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. O método, que por muito tempo ajudou estudantes na hora da prova, vem perdendo espaço em escolas e cursinhos pré-vestibulares, assim como versões de músicas. Agora, o foco é se aprofundar no conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify;">A exposição teórica tem roubado o espaço das estratégias mais objetivas. No caso do pré-vestibular Anglo, o uso de frases inusitadas e adaptações de músicas é evitado pelos professores. Segundo o coordenador pedagógico, Luís Ricardo Arruda, ainda que haja exceções, a instituição é contra a prática. &#8220;Saber é a capacidade de relacionar os conhecimentos, que devem estar ligados à compreensão, não à memorização. O aluno compreende pelo uso constante, não pela musiquinha&#8221;, diz. O coordenador de pré-vestibular do COC &#8211; Franca, Paulo César de Barros, faz coro à afirmação de perda de força do método. &#8220;Resulta em memória de curta duração. Nós preferimos focar na resolução de exercícios para chegar a um conhecimento mais sólido e duradouro&#8221;, destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">Barros observa, no entanto, que a técnica ainda é utilizada em sala de aula. &#8220;Alguns professores propõem a associação de conteúdo a músicas e frases. É um fenômeno forte também no ensino médio, principalmente no caso de exatas e tem uma finalidade específica, que é o vestibular&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">As mudanças no vestibular, contudo, vêm exigindo que instituições revisem a maneira como passam o conteúdo a seus alunos. Se antes a tradicional &#8220;decoreba&#8221; tinha espaço, hoje, é preciso apresentar o contexto das situações, independente da disciplina. &#8220;Não é saber uma música que vai ajudar o aluno a resolver um problema. Se você pegar um exame da Fuvest, garanto que ninguém vai perguntar qual foi o dia da coroação de Carlos Magno. Isso não existe mais. Eles perguntam a importância dele naquela fase, e aí não adianta saber de cor. Isso não resolve a vida do aluno, apenas do professor, que dá a regrinha e, a partir daí, passa o problema para o aluno&#8221;, afirma Arruda.</p>
<p style="text-align: justify;">As exatas costumavam ser fonte de grande parte das frases e músicas que tomavam as aulas dos cursinhos, mas as mudanças das provas chegaram também a essa área. &#8220;Você não precisa mais saber a carga do elétron, a velocidade da luz e do som. Essas informações constam na prova, que normalmente vêm com formulário. A fórmula é o fundamento do assunto e, para que o aluno domine o tema, deve compreender o que faz aquela fórmula ser daquele jeito. De que adianta decorar frases sem compreender os significados?&#8221;, questiona o coordenador pedagógico do Anglo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Especialista aposta no método para dinamizar as aulas</strong><br />
Para a professora do Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Cristiany Morais de Queiroz, a mudança na construção dos exames não deve extinguir o uso do método. Segundo a especialista, os professores precisam seguir buscando formas de tornar as aulas mais dinâmicas. &#8220;Sou a favor de ferramentas alternativas de aprendizagem, de permitir que o aluno aprenda na prática, tenha acesso a laboratório, consiga visualizar o conteúdo. Quanto mais prática, melhor para memorizar. Eu mesma tive um professor de Biologia que dava aula com música. Era um sucesso. Na hora da prova, as pessoas lembram da letra e isso as ajuda, porque faz parte do dia a dia&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">A professora defende a associação de conteúdos a assuntos dominados pelos estudantes. &#8220;Decorar datas, nomes de pessoas, lugares e mapas apenas por decorar não é tão duradouro. Fica para a prova. Mas fazer associações é algo válido. Quanto mais criatividade dentro da sala de aula, melhor. É importante utilizar o lúdico, as experiências que o aluno traz. Cada um chega com certo nível de aprendizado, e nós precisamos trabalhar.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Terra Educação</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
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		<title>Professores do Triângulo Mineiro e do Centro-Oeste entram em greve</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:22:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Alunos das federais e Uberlândia, Uberaba e Divinópolis estão sem aula. Greve é nacional e por tempo indeterminado. Teve início nessa quinta-feira (17), a greve nacional dos professores das universidades federais. Em Uberlândia e Uberaba, no Triângulo Mineiro, e Divinópolis, no &#8230; <a href="http://www.institutoconexa.com.br/novo/index.php/noticias/professores-do-triangulo-mineiro-e-do-centro-oeste-entram-em-greve">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Alunos das federais e Uberlândia, Uberaba e Divinópolis estão sem aula.<br />
Greve é nacional e por tempo indeterminado.</h2>
<p style="text-align: justify;">Teve início nessa quinta-feira (17), a greve nacional dos professores das universidades federais. Em Uberlândia e Uberaba, no Triângulo Mineiro, e Divinópolis, no Centro-Oeste do estado, as atividades estão paralisadas e sem previsão de retorno.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Divinópolis, mais de 100 professores aderiram à greve e cerca de 1.300 alunos do campus Dona Lindu da Universidade Federal de São João Del Rey (UFSJ) vão ficar sem aula por tempo indeterminado.</p>
<p style="text-align: justify;">Já em Uberaba, de acordo com a assessoria de comunicação da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), os educadores estão em reunião para decidir o comando da greve. A manifestação vai acontecer nesta quinta-feira (17), das 14h às 18h.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Uberlândia, segundo a Associação dos Docentes da Universidade Federal de Uberlândia (Adufu), mais da metade dos professores aderiu ao movimento. Ainda de acordo com a Adufu, só este ano a categoria fez três paralisações na cidade para chamar a atenção do Governo, que não atendeu as reivindicações da classe que incluem unificação das carreiras com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso salarial de R$ 2.329,35 e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">“O piso nacional do professor federal hoje é R$ 557,19. No nosso projeto de carreira queremos para uma carga de 20 horas/aula e um salário de mais de R$2 mil. Queremos também um reajuste de 5% para cada progressão na carreira”, disse o presidente da Adufu, Aurelino Ferreira Filho.</p>
<p>O estudante de Engenharia Mecânica da UFU, Fabrício dos Santos, contou que ainda tem aula, mas disse que essa situação não deve permanecer. “Estão em ritmo normal, mas devem parar por conta do efeito cascata. Estou próximo de me formar e essa greve vai prejudicar a minha formação, além do estágio que está engatilhado”, frisou.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Portal G1</p>
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		<title>MEC vai investir na formação de professores para alfabetizar</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Deve entrar em funcionamento, no ano que vem, o Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), do Ministério da Educação (MEC). Segundo o secretário de Educação Básica da pasta, Cesar Callegari, na próxima semana o ministério enviará uma correspondência &#8230; <a href="http://www.institutoconexa.com.br/novo/index.php/noticias/mec-vai-investir-na-formacao-de-professores-para-alfabetizar">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Deve entrar em funcionamento, no ano que vem, o Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), do Ministério da Educação (MEC). Segundo o secretário de Educação Básica da pasta, Cesar Callegari, na próxima semana o ministério enviará uma correspondência a todos os prefeitos e governadores explicando os detalhes do programa, que pretende garantir a alfabetização de todos os alunos até os 8 anos de idade tendo como principal foco a melhora na formação dos professores que lecionam nos três primeiros anos do ensino fundamental.</p>
<p style="text-align: justify;">¿O Ministério da Educação está decidido a trabalhar de maneira colaborativa com cada um dos municípios e estados brasileiros para que nós possamos realizar essa tarefa, absolutamente indispensável para o sistema educacional brasileiro&#8221;, ressaltou Callegari para uma plateia composta de secretários municipais de todo país no Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação.</p>
<p style="text-align: justify;">O foco da iniciativa é melhorar a formação dos 244 mil professores que lecionam no três primeiros anos do ensino fundamental. Entre as ações previstas está a distribuição de bolsas de incentivo para que os professores participem de cursos de capacitação fora do horário de trabalho.&#8221;É absolutamente indispensável valorizar esses profissionais. E a melhor maneira de valorizar esses profissionais é proporcionando um lugar de destaque na suas carreiras e um processo de formação continuada&#8221;, disse o secretário.</p>
<p style="text-align: justify;">Callegari espera que todos os gestores municipais e estaduais enviem as demandas necessárias para a execução do programa até julho para que os recursos necessários sejam incluídos no orçamento de 2013.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Terra Educação</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
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		<title>Professores de universidades federais podem entrar em greve</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 18:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir desta quinta-feira, as aulas podem ser suspensas em diversas universidades federais do País. Instituições ligadas ao Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) realizam assembleias até amanhã para decidir se vão ou não aderir à &#8230; <a href="http://www.institutoconexa.com.br/novo/index.php/noticias/professores-de-universidades-federais-podem-entrar-em-greve">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A partir desta quinta-feira, as aulas podem ser suspensas em diversas universidades federais do País. Instituições ligadas ao Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) realizam assembleias até amanhã para decidir se vão ou não aderir à paralisação. Entre as reivindicações, estão a reestruturação da carreira da categoria e as condições precárias de trabalho, atribuídas à falta de estrutura nas universidades.</p>
<p style="text-align: justify;">As universidades federais de Campina Grande (PB), Pará, Paraná, Mato Grosso, Alagoas e algumas instituições de Minas Gerais já confirmaram a paralisação. Ainda não há números oficiais de quantas universidades vão aderir ao movimento, mas a previsão é de que mais de 20 instituições entrem em greve.</p>
<p style="text-align: justify;">Para amanhã está prevista a formação de um Comando Nacional de Greve. No Brasil, são 64 seções sindicais de 59 universidades federais ligadas ao Andes.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Terra Educação</p>
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		<title>Professores são omissos em casos de homofobia, diz ONG</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 18:37:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados sediou nesta terça-feira o 9º Seminário Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), organizado pelas comissões de Direitos Humanos e Minorias; e de Educação e Cultura. No evento, a coordenadora do Projeto Escola Sem &#8230; <a href="http://www.institutoconexa.com.br/novo/index.php/noticias/professores-sao-omissos-em-casos-de-homofobia-diz-ong">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Câmara dos Deputados sediou nesta terça-feira o 9º Seminário Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), organizado pelas comissões de Direitos Humanos e Minorias; e de Educação e Cultura. No evento, a coordenadora do Projeto Escola Sem Homofobia, Lena Franco, apresentou alguns depoimentos de estudantes que mostram o preconceito dentro das escolas. Alguns dos relatos apontam a omissão dos professores em casos de homofobia. &#8220;Os professores passam um pano grosso para esconder o assunto. Não brigam com o aluno, mas também não ficam do lado do estudante agredido, ficam em cima do muro&#8221;, conta um dos alunos.</p>
<p style="text-align: justify;">Lena apontou, ainda, que a homofobia está presente em todas as 44 escolas pesquisadas, entre 2010 e 2011, pela ONG Instituto Ecos &#8211; Comunicação e Sexualidade. &#8220;A percepção da homofobia é maior entre os alunos do que entre as autoridades e os educadores&#8221;, ressalta a coordenadora.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Lena, os depoimentos revelam ainda que as consequências da homofobia para a vítima podem ser depressão, violência e até suicídio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Kit homofobia</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>Lena também lembrou o kit sobre homofobia que foi produzido para ser entregue às escolas de todo o País pelo Ministério da Educação, mas teve sua distribuição cancelada. &#8220;Esse material foi criado para municiar educadores, trabalhar a homofobia na escola e em seu entorno. Contribuir para alterar concepções e rotinas que alimentam o preconceito na escola&#8221;, sustenta.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) faz críticas ao governo federal por não ter levado adiante o Programa Escola Sem Homofobia, que previa, entre outros pontos, a distribuição do kit. &#8220;A politica foi suspensa devido à pressão de forças políticas aqui dentro do Congresso. Infelizmente, a presidente Dilma cedeu. A mídia também abraçou os argumentos fundamentalistas. Primeiro, criticaram a estética do material, depois questionaram a necessidade de algo específico sobre a homofobia. Ora, porque essa prática é mais comum nas escolas do que outras formas de discriminação, como mostram as pesquisas&#8221;, argumenta Wyllys.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desempenho escolar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O coordenador-adjunto do Projeto Diversidade Sexual na Escola da Pró-Reitoria de Extensão da UFRJ, Alexandre Bortolini, relata que as escolas onde há maior incidência de práticas homofóbicas tendem a ter piores resultados. Segundo ele, uma pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (Fipe-USP), em parceria com o Ministério da Educação, mostrou que há uma relação direta entre a homofobia no ambiente escolar e o resultado na Prova Brasil. &#8220;O estudo revelou altos índices de discriminação em todas as escolas, em todas as séries. Isso ia diminuindo à medida que evoluía as séries. Não estamos falando só de algo que tem a ver com relações interpessoais, mas que prejudica o desempenho de todos na escola&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Bortolini ressalta que não há uma receita pronta para trabalhar a sexualidade e a questão de gênero dentro da escola. Na opinião dele, esses assuntos precisam ser descobertos ao longo do tempo. Ele destaca também que muitos professores acabam reproduzindo no dia a dia escolar práticas preconceituosas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Família</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>A representante do grupo Mães pela Igualdade, Maria Cláudia Cabral, falou de sua experiência de ser mãe de uma filha homossexual. Ela ressalta que há diferentes modelos de famílias, já reconhecidas pela sociedade, mas que isso não aparece no material escolar. &#8220;A Isabela filha desde pequena não gostava de bonecas, de vestidos. Mas, por alguma razão que não sei qual, para mim isso nunca foi um problema. Aquela era a minha filha, como ela é&#8221;, conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Maria Cláudia sustentou que a questão de gênero deve ser trabalhada desde a infância, como defende a Unesco. Ela lembrou, no entanto, que o assunto é mais complexo do que se pode imaginar. &#8220;A sociedade cria limite do azul e do rosa, do carrinho e da boneca. E, assim, a cultura e a sociedade vão criando um modelo único, e tudo que for diferente está à margem&#8221;, declara.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Terra Educação</p>
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		<title>Assembleia de professores termina com tumulto e agressão no Piauí</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 20:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A presidente do sindicato, Odeni de Jesus Silva, foi agredida pelos próprios professores, que se opunham ao fim da paralisação. A assembleia dos professores em greve no Piauí terminou nesta terça-feira com tumulto e agressão à presidente do Sindicato dos &#8230; <a href="http://www.institutoconexa.com.br/novo/index.php/noticias/assembleia-de-professores-termina-com-tumulto-e-agressao-no-piaui">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: justify;">A presidente do sindicato, Odeni de Jesus Silva, foi agredida pelos próprios professores, que se opunham ao fim da paralisação.</p>
<p style="text-align: justify;">
A assembleia dos professores em greve no Piauí terminou nesta terça-feira com tumulto e agressão à presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte). Em greve há 79 dias, os professores da rede estadual iriam votar pelo fim ou pela continuidade do movimento, quando houve a confusão. A assembleia, que ocorria na Praça da Liberdade, centro de Teresina, foi suspensa, e a Polícia Militar teve que ser acionada para conter os ânimos dos grevistas.</p>
</div>
<div id="SearchKey_Text1" style="text-align: justify;">
<p>A presidente do Sinte, Odeni de Jesus Silva, foi agredida durante a votação pelos próprios professores, que se opunham ao fim da paralisação. Ela chegou a ser retirada do palanque por um grupo de professores. A sindicalista recebeu ameaças, ovos no rosto, socos, e teve quer ser escoltada.</p>
<p>&#8220;É uma agressão a mim e a todos os trabalhadores. Um grupo não respeita as decisões do Sinte e quer tumultuar, mas nós não admitimos isso&#8221;, gritava Odeni em meio à escolta de professores e policiais.</p>
<p>A professora informou que vai registrar queixa na Polícia pela agressão. O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Manoel Rodrigues, pegou o microfone e anunciou que a assembleia estava suspensa. Porém, confirmou que o acampamento ao lado do Palácio de Karnak, sede do poder estadual, iria continuar.</p>
<p>Os professores estavam votando a proposta apresentada pelo governador do Piauí, Wilson Martins (PSB). O governo propôs reajuste linear de 22,23% divididos em quatro parcelas até outubro. Os professores defendiam aumento integral do piso nacional do magistério. No Estado, são mais de 26 mil trabalhadores na educação &#8211; ativos e inativos.</p>
<p>O governo do Estado anunciou o corte dos pontos dos grevistas e a contratação de concursados para substituírem os professores paralisados.</p>
<p>A Secretaria Estadual de Educação informou que 80% das escolas estão funcionando normalmente, e que a greve atinge as escolas da capital piauiense.</p>
<p>Após o tumulto, o sindicato anunciou que nova assembleia deve ocorrer quinta ou sexta-feira. Hoje, o Sinte divulgará nota de repúdio contra as agressões a professora Odeni de Jesus e informando os rumos do movimento.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Repotagem de Yala Sena</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Terra Educação</p>
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		<title>Maioria dos jovens brasileiros discrimina homossexuais, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 20:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um estudo coordenado pela pesquisadora Miriam Abramovay apontou que 45% dos alunos e 15% das alunas não queriam ter colegas homossexuais. Miriam, que é coordenadora da área de Juventude e Políticas Públicas da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), afirma &#8230; <a href="http://www.institutoconexa.com.br/novo/index.php/noticias/maioria-dos-jovens-brasileiros-discrimina-homossexuais-diz-estudo">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um estudo coordenado pela pesquisadora Miriam Abramovay apontou que 45% dos alunos e 15% das alunas não queriam ter colegas homossexuais. Miriam, que é coordenadora da área de Juventude e Políticas Públicas da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), afirma que a maioria dos jovens brasileiros ainda tem atitude bastante preconceituosa em relação à orientação e práticas não heterossexuais. A pesquisadora participou do 9º Seminário Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), realizado na Câmara dos Deputados.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ela, o jovem brasileiro tem menos vergonha de declarar abertamente esse preconceito contra homossexuais do que de declarar a discriminação contra negros.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme Miriam, esse preconceito se traduz em insultos, violências simbólicas e violência física contra os jovens homossexuais. Ela destaca que se trata de violência homofóbica, por parte de toda a sociedade, inclusive de familiares, e não apenas bullying (que é a violência entre pares). De acordo com a pesquisadora, essa violência gera sentimentos de desvalorização e sentimentos de vulnerabilidade nos jovens homossexuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a pesquisadora, há casos, inclusive, de jovens que abandonam a escola por conta dessa violência. &#8220;Os adultos da escola não se dão conta disso, porque na escola em geral reina a lei do silêncio&#8221;, aponta. Ela destacou, ainda, que não há estudos no Brasil sobre homofobia na infância, apenas na juventude.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a professora da Universidade de Brasília Maria Lucia Leal, as ações de enfrentamento da violência e preconceito contra homossexuais ainda são muito fracas, especialmente na escola. &#8220;A sexualidade ainda é tabu, seja para adultos, seja para crianças e adolescentes, e a hipocrisia ainda é uma realidade estruturante no debate sobre a sexualidade&#8221;, disse. Maria Lucia, que é coordenadora do Grupo de Pesquisa sobre Violência, Tráfico e Exploração Sexual de Crianças, Adolescentes e Mulheres, ressaltou que, no século 19 e até meados do século 20, o homossexualismo foi considerado uma doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante desses fatos, a deputada Erika Kokay (PT-DF) apontou como urgente que o governo retome o projeto Escola sem Homofobia.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Terra Educação</p>
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		<title>Bolsistas de baixa renda receberão incentivo no Ciência sem Fronteiras</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 20:47:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para auxiliar os bolsistas que vão estudar no exterior pelo programa Ciência sem Fronteiras (CsF), o British Council anunciou nesta segunda-feira parceria com o Ministério da Educação (MEC) para oferecer livros e testes de proficiência gratuitos aos alunos de baixa &#8230; <a href="http://www.institutoconexa.com.br/novo/index.php/noticias/bolsistas-de-baixa-renda-receberao-incentivo-no-ciencia-sem-fronteiras">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Para auxiliar os bolsistas que vão estudar no exterior pelo programa Ciência sem Fronteiras (CsF), o British Council anunciou nesta segunda-feira parceria com o Ministério da Educação (MEC) para oferecer livros e testes de proficiência gratuitos aos alunos de baixa renda. O investimento que será feito pela organização britânica em um ano de projeto é de R$ 1,6 milhão.</p>
<p style="text-align: justify;">Das 20 mil bolsas que o CsF tem como meta distribuir ainda em 2012, cerca de 10 mil serão para o Reino Unido. Entre esses alunos, aqueles de baixa renda serão o público-alvo da parceria com o British Council.</p>
<p style="text-align: justify;">Os estudantes brasileiros que conseguem uma bolsa para estudar em instituições estrangeiras pelo CsF precisam comprovar fluência em inglês, submetendo-se a testes de certificação como o International English Languages Testing System (Ielts), que é aplicado pelo British Council em mais de 100 países e custa R$ 440.</p>
<p style="text-align: justify;">Os alunos de baixa renda, que serão indicados pelo coordenador do CsF de cada instituição, poderão fazer o teste gratuitamente. O British Council irá aplicar até 2 mil testes de graça. A parceria inclui também a doação de livros preparatórios para universidades e a aplicação de testes de nivelamento para que os estudantes possam saibam melhor qual seu nível de conhecimento na língua.</p>
<p style="text-align: justify;">O aluno selecionado para receber a bolsa do CsF pode passar até seis meses no país fazendo uma &#8220;imersão&#8221; na língua para só depois prestar o exame de certificação. Quem não é aprovado nesse quesito não pode iniciar os estudos na instituição estrangeira para a qual foi selecionado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nós temos um grande desafio pela frente que é a proficiência em línguas. O mérito é inegociável, a condição para o aluno acessar o CsF é ter mais de 600 pontos no Enem&#8221;, disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o ministro, muitos jovens pobres têm tido um desempenho excelente no Exame Nacional do Ensino Médio e, portanto, estão habilitados a participar do programa. No entanto, apresentam deficiência na formação da língua inglesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos 2 mil testes gratuitos e da distribuição de 4 mil livros preparatórios, o British Council irá lançar um site para disponibilizar materiais preparatórios para o exame. Outra meta é ampliar o número de cidades em que há aplicação do Ielts &#8211; hoje são apenas 17 em todo País. Para isso, será utilizado os campi dos institutos federais de educação profissional e tecnológica.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Terra Educação</p>
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		<title>RS: Justiça derruba acordo entre MP e governo sobre o piso</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 20:41:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul acolheu nesta segunda-feira o pedido do Sindicato dos Professores (Cpers) contra o acordo que havia sido feito entre governo do Estado e Ministério Público para o pagamento do piso nacional da &#8230; <a href="http://www.institutoconexa.com.br/novo/index.php/noticias/rs-justica-derruba-acordo-entre-mp-e-governo-sobre-o-piso">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul acolheu nesta segunda-feira o pedido do Sindicato dos Professores (Cpers) contra o acordo que havia sido feito entre governo do Estado e Ministério Público para o pagamento do piso nacional da categoria. Em nota no site oficial, o TJ afirma que &#8220;não pode ser celebrado acordo entre as partes&#8221;. A decisão ainda cabe recurso.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O direito do Povo Gaúcho ao cumprimento da Lei Federal é indisponível. Uma vez determinado pelo Poder Judiciário que seja cumprida a Lei do Piso, ninguém está autorizado a dispor deste direito. Assim, a homologação do acordo, na melhor hipótese, irá tumultuar o cumprimento de decisão judicial. Na pior, irá corresponder a negar aos professores os direitos emergentes da Lei do Piso&#8221;, explicou o juiz José Antônio Coitinho.</p>
<p style="text-align: justify;">A presidente do sindicato que representa a categoria, Rejane de Oliveira, comemorou: &#8220;Foi muito positivo para nós, é muito bom que conseguimos reverter a homologação do acordo. Isso mostra que o governo não engana nossa categoria&#8221;. &#8220;O judiciário é muito claro quando diz que nem o Ministério Público, nem o governo podem passar por cima do magistério&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entenda o acordo</strong><br />
O governo do Rio Grande do Sul e o Ministério Público Estadual anunciaram um acordo para o pagamento de um complemento temporário ao magistério, com vistas a beneficiar cerca de 20 mil professores que ainda recebem vencimentos inferiores ao piso nacional da categoria, fixado em R$ 1.451. O complemento não incidirá no plano de carreira. Para o Cpers, o valor deveria ser pago a toda categoria, como o vencimento básico, em cima do qual incidem todas as vantagens. Com base nestes argumentos, o Sindicato entrou na Justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão judicial que reajustou o piso nacional do magistério foi proferida em março, obrigando o governo a cumpri-la. O Estado está recorrendo da decisão, pois acredita que o reajuste não deve se basear no fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), mas defende a vinculação do piso com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Terra Educação</p>
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